Para muita gente, trabalhar em casa é uma realidade. Dados mostram que quase 4 milhões de pessoas no Brasil trabalham no home office. Em paralelo a esse número, o vírus COVID-19 segue causando impacto em diversas comunidades. Não foi diferente por aqui, sobretudo depois do primeiro caso da doença confirmado no país em fevereiro.

Desde então, empresas — principalmente em São Paulo — passaram a liberar seus funcionários para trabalhar de forma remota. Alguns exemplos: o BNDES e a XP Investimentos são grandes companhias que aderiram ao home office — o que surge como mais uma medida para evitar a disseminação do vírus.

E o que fazer para tentar não desacelerar a produtividade? Muitas empresa como Microsoft, Google estão  buscando aprimorar produtos e serviços, liberou o acesso gratuito aos recursos avançados do Hangouts Meet para os clientes do G-Suite até o dia 1º de julho de 2020. Abaixo, dicas para melhorar a qualidade e aproveitamento da sua videochamada.

Flexibilidade é fundamental na vida de pais que trabalham em casa. E na vida de uma mãe que trabalha em casa — caso de muitas por aqui, por sinal —, a tecnologia é uma aliada que garante mais flexibilidade no meu dia a dia. Às vezes, o filho fica doente ou preciso de um encanador para fazer reparos no meu banheiro, por exemplo. Quando esses imprevistos acontecem, você pode contar com a sorte de ter um emprego que te permite trabalhar remotamente com ajuda de videochamadas, uma das maneiras mais fáceis de acompanhar reuniões e encontros profissionais.

Ainda assim, a verdade é que fazer uma call nem sempre é tão simples. Explico: as crianças sobem em você, o cachorro late, há barulho de fundo… Você entendeu. Já passei por alguns momentos constrangedores e já cometi muitos erros, mas também aprendi algumas coisas ao longo da minha jornada. Neste artigo, divido 5 dicas para que tudo corra bem enquanto você faz sua videochamada em casa.

Dica 1: Escolha o ambiente certo

Quando tenho que discutir um assunto complexo ou fazer um brainstorm, as videochamadas são mais eficientes do que conversar no chat ou por email. É por meio de uma call que conheço melhor meus colegas de equipe que trabalham em outros países e em diferentes fusos horários. Mas quando estiver em uma ligação, observe o que está ao seu redor e não se esqueça de reparar no cenário ao fundo.

Escolha uma parede lisa e evite janelas abertas com muita iluminação. E mais uma dica: se você estiver com laptop, apoie-o em uma superfície estável. Certa vez, fiz uma call com o laptop no meu colo e, ao final da chamada, o outro participante da reunião disse que o balanço sutil da tela era extremamente perturbador.

Dica 2: Convide qualquer pessoa a qualquer momento

Nem sempre a videochamada precisa ser agendada. Em uma longa conversa por email, por exemplo, é possível simplificar o trabalho agendando uma call com participantes da sua equipe e com parceiros externos também. Muitas solução de video chamadas criam automaticamente códigos de ligação internacional para que as pessoas possam ligar para você de qualquer lugar do mundo.

Dica 3: Está apresentando a reunião? Mostre apenas o que deseja mostrar

Você não ama aquele momento em que está compartilhando a sua tela e, de repente, todos da reunião estão lendo o seu mail? Para evitar isso, compartilhe uma janela específica da sua videochamada. Essa medida garante que você mostre apenas o que você deseja mostrar.

Dica 4: Quer ter a visão do todo? Mude o modo de exibição

Esse é um dos meus recursos favoritos das soluções de Meet: a possibilidade de alterar os modos de exibição da tela. Por exemplo: se alguém estiver mostrando uma apresentação em slide e, ao mesmo tempo, estiver acontecendo uma discussão animada no escritório, você pode alterar o layout da tela para que somente as pessoas apareçam, e não a apresentação.

Dica 5: Seja verdadeiro

Todo mundo tem uma vida fora do trabalho. Dependendo da cultura da sua empresa, pode ser bom mostrar um pouco da vida “real” ao seu redor, como deixar o seu filho acenar para a câmera ou fazer um breve almoço no meio da call naquele dia cheio de ligações. Mostrar um pouco da sua rotina pode promover conexões mais verdadeiras com os colegas de trabalho e até criar empatia nas pessoas com que você tem que lidar.

SOLUÇÕES QUE RECOMENDAMOS

HangoutsDisponível para Android, iOS e versão Web 
Esse app é do Google e permite criar vídeo chamadas ou de voz com até 150 pessoas. O legal é que também dá para ligar para telefones fixos!

Appear.in: Disponível para Android, iOS e versão Web
Com esse aplicativo dá para criar conversas com até 12 pessoas e criar links personalizados para as reuniões. O bom é que dá para enviar esse link por e-mail, SMS, WhatsApp ou Facebook e você ainda consegue apresentações, fotos ou planilhas.

Zoom Cloud Meeting: Disponível para Android, iOS e versão Web
Gente, esse app é muito legal, porque além de conseguir criar videoconferências com até 100 pessoas, você ainda consegue espelhar a tela do seu computador, compartilhar arquivos, exibir apresentações e ainda tem um chat de mensagens de texto para falar com os participantes em particular!

GoToMetting: Disponível para Android, iOS e versão Web
O aplicativo permite exibir apresentações e ainda possui uma função de alerta para você não perder nenhuma reunião!

Mudanças em pauta: no fim de dezembro, o Diário Oficial da União publicou um ato que promulga alguns textos anteriormente vetados na Lei nº 13.853/2019, que altera a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Os trechos vetados, que agora vigoram na LGPD, referem-se às sanções administrativas aplicáveis aos agentes de tratamento de dados que cometerem infrações às normas da LGPD.

Dessa forma, retornam à LGPD as seguintes sanções administrativas: (i) suspensão parcial do funcionamento do banco de dados pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período, até a regularização por parte do controlador; (ii) suspensão do tratamento dos dados pessoais pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período; e (iii) proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas ao tratamento de dados.

Além das mudanças na LGPD, também foi promulgado trecho estabelecendo que essas três sanções apenas poderão ser aplicadas após já ter sido imposta ao menos uma das seguintes sanções: multa simples, multa diária, publicização da infração; bloqueio dos dados pessoais e eliminação dos dados pessoais.

A chamada Lei Geral de Proteção de Dados foi sancionada em 2018, mas começa a valer em 16 de agosto desse ano. A partir dessa data, empresas só poderão coletar informações como CPF, RG e endereço com consentimento do cliente. O desrespeito levará a sanções como advertência e multa de até 2% do faturamento (limitada a R$ 50 milhões).

GOVERNO ANTECIPA AGÊNCIA NACIONAL DE PROTEÇÃO DE DADOS

Para além das mudanças, o governo quer acelerar a regulamentação da lei que cria regras sobre como as empresas devem lidar com dados fornecidos por consumidores.

Como primeiro passo, o presidente Jair Bolsonaro deve assinar logo no início de 2020 um decreto para estruturar o órgão que vai fiscalizar a nova legislação, a chamada Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

O plano do governo é criar a ANPD nos primeiros meses do ano para que ela comece a funcionar antes de agosto, ainda antes do início oficial da fiscalização, para estabelecer normas técnicas e orientar empresas e consumidores sobre as novas regras.

A partir da publicação do decreto, o presidente poderá indicar os cinco diretores que serão responsáveis pela agência. Os nomes terão que ser sabatinados e confirmados pelo Senado.

A LGPD Brasil coloca-se à disposição para qualquer assunto relacionado ao tema. Participe de nossas palestras para entender como será a aplicação da lei ainda este ano.

Mudanças em pauta: no fim de dezembro, o Diário Oficial da União publicou um ato que promulga alguns textos anteriormente vetados na Lei nº 13.853/2019, que altera a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Os trechos vetados, que agora vigoram na LGPD, referem-se às sanções administrativas aplicáveis aos agentes de tratamento de dados que cometerem infrações às normas da LGPD.

Dessa forma, retornam à LGPD as seguintes sanções administrativas: (i) suspensão parcial do funcionamento do banco de dados pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período, até a regularização por parte do controlador; (ii) suspensão do tratamento dos dados pessoais pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período; e (iii) proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas ao tratamento de dados.

Além das mudanças na LGPD, também foi promulgado trecho estabelecendo que essas três sanções apenas poderão ser aplicadas após já ter sido imposta ao menos uma das seguintes sanções: multa simples, multa diária, publicização da infração; bloqueio dos dados pessoais e eliminação dos dados pessoais.

A chamada Lei Geral de Proteção de Dados foi sancionada em 2018, mas começa a valer em 16 de agosto desse ano. A partir dessa data, empresas só poderão coletar informações como CPF, RG e endereço com consentimento do cliente. O desrespeito levará a sanções como advertência e multa de até 2% do faturamento (limitada a R$ 50 milhões).

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Para além das mudanças, o governo quer acelerar a regulamentação da lei que cria regras sobre como as empresas devem lidar com dados fornecidos por consumidores.

Como primeiro passo, o presidente Jair Bolsonaro deve assinar logo no início de 2020 um decreto para estruturar o órgão que vai fiscalizar a nova legislação, a chamada Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

O plano do governo é criar a ANPD nos primeiros meses do ano para que ela comece a funcionar antes de agosto, ainda antes do início oficial da fiscalização, para estabelecer normas técnicas e orientar empresas e consumidores sobre as novas regras.

A partir da publicação do decreto, o presidente poderá indicar os cinco diretores que serão responsáveis pela agência. Os nomes terão que ser sabatinados e confirmados pelo Senado.

A LGPD Brasil coloca-se à disposição para qualquer assunto relacionado ao tema. Participe de nossas palestras para entender como será a aplicação da lei ainda este ano.

Mudanças em pauta: no fim de dezembro, o Diário Oficial da União publicou um ato que promulga alguns textos anteriormente vetados na Lei nº 13.853/2019, que altera a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Os trechos vetados, que agora vigoram na LGPD, referem-se às sanções administrativas aplicáveis aos agentes de tratamento de dados que cometerem infrações às normas da LGPD.

Dessa forma, retornam à LGPD as seguintes sanções administrativas: (i) suspensão parcial do funcionamento do banco de dados pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período, até a regularização por parte do controlador; (ii) suspensão do tratamento dos dados pessoais pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período; e (iii) proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas ao tratamento de dados.

Além das mudanças na LGPD, também foi promulgado trecho estabelecendo que essas três sanções apenas poderão ser aplicadas após já ter sido imposta ao menos uma das seguintes sanções: multa simples, multa diária, publicização da infração; bloqueio dos dados pessoais e eliminação dos dados pessoais.

A chamada Lei Geral de Proteção de Dados foi sancionada em 2018, mas começa a valer em 16 de agosto desse ano. A partir dessa data, empresas só poderão coletar informações como CPF, RG e endereço com consentimento do cliente. O desrespeito levará a sanções como advertência e multa de até 2% do faturamento (limitada a R$ 50 milhões).

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Para além das mudanças, o governo quer acelerar a regulamentação da lei que cria regras sobre como as empresas devem lidar com dados fornecidos por consumidores.

Como primeiro passo, o presidente Jair Bolsonaro deve assinar logo no início de 2020 um decreto para estruturar o órgão que vai fiscalizar a nova legislação, a chamada Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

O plano do governo é criar a ANPD nos primeiros meses do ano para que ela comece a funcionar antes de agosto, ainda antes do início oficial da fiscalização, para estabelecer normas técnicas e orientar empresas e consumidores sobre as novas regras.

A partir da publicação do decreto, o presidente poderá indicar os cinco diretores que serão responsáveis pela agência. Os nomes terão que ser sabatinados e confirmados pelo Senado.

A LGPD Brasil coloca-se à disposição para qualquer assunto relacionado ao tema. Participe de nossas palestras para entender como será a aplicação da lei ainda este ano.

Mudanças em pauta: no fim de dezembro, o Diário Oficial da União publicou um ato que promulga alguns textos anteriormente vetados na Lei nº 13.853/2019, que altera a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Os trechos vetados, que agora vigoram na LGPD, referem-se às sanções administrativas aplicáveis aos agentes de tratamento de dados que cometerem infrações às normas da LGPD.

Dessa forma, retornam à LGPD as seguintes sanções administrativas: (i) suspensão parcial do funcionamento do banco de dados pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período, até a regularização por parte do controlador; (ii) suspensão do tratamento dos dados pessoais pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período; e (iii) proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas ao tratamento de dados.

Além das mudanças na LGPD, também foi promulgado trecho estabelecendo que essas três sanções apenas poderão ser aplicadas após já ter sido imposta ao menos uma das seguintes sanções: multa simples, multa diária, publicização da infração; bloqueio dos dados pessoais e eliminação dos dados pessoais.

A chamada Lei Geral de Proteção de Dados foi sancionada em 2018, mas começa a valer em 16 de agosto desse ano. A partir dessa data, empresas só poderão coletar informações como CPF, RG e endereço com consentimento do cliente. O desrespeito levará a sanções como advertência e multa de até 2% do faturamento (limitada a R$ 50 milhões).

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Como primeiro passo, o presidente Jair Bolsonaro deve assinar logo no início de 2020 um decreto para estruturar o órgão que vai fiscalizar a nova legislação, a chamada Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

O plano do governo é criar a ANPD nos primeiros meses do ano para que ela comece a funcionar antes de agosto, ainda antes do início oficial da fiscalização, para estabelecer normas técnicas e orientar empresas e consumidores sobre as novas regras.

A partir da publicação do decreto, o presidente poderá indicar os cinco diretores que serão responsáveis pela agência. Os nomes terão que ser sabatinados e confirmados pelo Senado.

A LGPD Brasil coloca-se à disposição para qualquer assunto relacionado ao tema. Participe de nossas palestras para entender como será a aplicação da lei ainda este ano.

Mudanças em pauta: no fim de dezembro, o Diário Oficial da União publicou um ato que promulga alguns textos anteriormente vetados na Lei nº 13.853/2019, que altera a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Os trechos vetados, que agora vigoram na LGPD, referem-se às sanções administrativas aplicáveis aos agentes de tratamento de dados que cometerem infrações às normas da LGPD.

Dessa forma, retornam à LGPD as seguintes sanções administrativas: (i) suspensão parcial do funcionamento do banco de dados pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período, até a regularização por parte do controlador; (ii) suspensão do tratamento dos dados pessoais pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período; e (iii) proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas ao tratamento de dados.

Além das mudanças na LGPD, também foi promulgado trecho estabelecendo que essas três sanções apenas poderão ser aplicadas após já ter sido imposta ao menos uma das seguintes sanções: multa simples, multa diária, publicização da infração; bloqueio dos dados pessoais e eliminação dos dados pessoais.

A chamada Lei Geral de Proteção de Dados foi sancionada em 2018, mas começa a valer em 16 de agosto desse ano. A partir dessa data, empresas só poderão coletar informações como CPF, RG e endereço com consentimento do cliente. O desrespeito levará a sanções como advertência e multa de até 2% do faturamento (limitada a R$ 50 milhões).

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Como primeiro passo, o presidente Jair Bolsonaro deve assinar logo no início de 2020 um decreto para estruturar o órgão que vai fiscalizar a nova legislação, a chamada Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

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A partir da publicação do decreto, o presidente poderá indicar os cinco diretores que serão responsáveis pela agência. Os nomes terão que ser sabatinados e confirmados pelo Senado.

A LGPD Brasil coloca-se à disposição para qualquer assunto relacionado ao tema. Participe de nossas palestras para entender como será a aplicação da lei ainda este ano.

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O plano do governo é criar a ANPD nos primeiros meses do ano para que ela comece a funcionar antes de agosto, ainda antes do início oficial da fiscalização, para estabelecer normas técnicas e orientar empresas e consumidores sobre as novas regras.

A partir da publicação do decreto, o presidente poderá indicar os cinco diretores que serão responsáveis pela agência. Os nomes terão que ser sabatinados e confirmados pelo Senado.

A LGPD Brasil coloca-se à disposição para qualquer assunto relacionado ao tema. Participe de nossas palestras para entender como será a aplicação da lei ainda este ano.

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Os trechos vetados, que agora vigoram na LGPD, referem-se às sanções administrativas aplicáveis aos agentes de tratamento de dados que cometerem infrações às normas da LGPD.

Dessa forma, retornam à LGPD as seguintes sanções administrativas: (i) suspensão parcial do funcionamento do banco de dados pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período, até a regularização por parte do controlador; (ii) suspensão do tratamento dos dados pessoais pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período; e (iii) proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas ao tratamento de dados.

Além das mudanças na LGPD, também foi promulgado trecho estabelecendo que essas três sanções apenas poderão ser aplicadas após já ter sido imposta ao menos uma das seguintes sanções: multa simples, multa diária, publicização da infração; bloqueio dos dados pessoais e eliminação dos dados pessoais.

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O plano do governo é criar a ANPD nos primeiros meses do ano para que ela comece a funcionar antes de agosto, ainda antes do início oficial da fiscalização, para estabelecer normas técnicas e orientar empresas e consumidores sobre as novas regras.

A partir da publicação do decreto, o presidente poderá indicar os cinco diretores que serão responsáveis pela agência. Os nomes terão que ser sabatinados e confirmados pelo Senado.

A LGPD Brasil coloca-se à disposição para qualquer assunto relacionado ao tema. Participe de nossas palestras para entender como será a aplicação da lei ainda este ano.

Mudanças em pauta: no fim de dezembro, o Diário Oficial da União publicou um ato que promulga alguns textos anteriormente vetados na Lei nº 13.853/2019, que altera a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Os trechos vetados, que agora vigoram na LGPD, referem-se às sanções administrativas aplicáveis aos agentes de tratamento de dados que cometerem infrações às normas da LGPD.

Dessa forma, retornam à LGPD as seguintes sanções administrativas: (i) suspensão parcial do funcionamento do banco de dados pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período, até a regularização por parte do controlador; (ii) suspensão do tratamento dos dados pessoais pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período; e (iii) proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas ao tratamento de dados.

Além das mudanças na LGPD, também foi promulgado trecho estabelecendo que essas três sanções apenas poderão ser aplicadas após já ter sido imposta ao menos uma das seguintes sanções: multa simples, multa diária, publicização da infração; bloqueio dos dados pessoais e eliminação dos dados pessoais.

A chamada Lei Geral de Proteção de Dados foi sancionada em 2018, mas começa a valer em 16 de agosto desse ano. A partir dessa data, empresas só poderão coletar informações como CPF, RG e endereço com consentimento do cliente. O desrespeito levará a sanções como advertência e multa de até 2% do faturamento (limitada a R$ 50 milhões).

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Para além das mudanças, o governo quer acelerar a regulamentação da lei que cria regras sobre como as empresas devem lidar com dados fornecidos por consumidores.

Como primeiro passo, o presidente Jair Bolsonaro deve assinar logo no início de 2020 um decreto para estruturar o órgão que vai fiscalizar a nova legislação, a chamada Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

O plano do governo é criar a ANPD nos primeiros meses do ano para que ela comece a funcionar antes de agosto, ainda antes do início oficial da fiscalização, para estabelecer normas técnicas e orientar empresas e consumidores sobre as novas regras.

A partir da publicação do decreto, o presidente poderá indicar os cinco diretores que serão responsáveis pela agência. Os nomes terão que ser sabatinados e confirmados pelo Senado.

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Os trechos vetados, que agora vigoram na LGPD, referem-se às sanções administrativas aplicáveis aos agentes de tratamento de dados que cometerem infrações às normas da LGPD.

Dessa forma, retornam à LGPD as seguintes sanções administrativas: (i) suspensão parcial do funcionamento do banco de dados pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período, até a regularização por parte do controlador; (ii) suspensão do tratamento dos dados pessoais pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período; e (iii) proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas ao tratamento de dados.

Além das mudanças na LGPD, também foi promulgado trecho estabelecendo que essas três sanções apenas poderão ser aplicadas após já ter sido imposta ao menos uma das seguintes sanções: multa simples, multa diária, publicização da infração; bloqueio dos dados pessoais e eliminação dos dados pessoais.

A chamada Lei Geral de Proteção de Dados foi sancionada em 2018, mas começa a valer em 16 de agosto desse ano. A partir dessa data, empresas só poderão coletar informações como CPF, RG e endereço com consentimento do cliente. O desrespeito levará a sanções como advertência e multa de até 2% do faturamento (limitada a R$ 50 milhões).

GOVERNO ANTECIPA AGÊNCIA NACIONAL DE PROTEÇÃO DE DADOS

Para além das mudanças, o governo quer acelerar a regulamentação da lei que cria regras sobre como as empresas devem lidar com dados fornecidos por consumidores.

Como primeiro passo, o presidente Jair Bolsonaro deve assinar logo no início de 2020 um decreto para estruturar o órgão que vai fiscalizar a nova legislação, a chamada Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

O plano do governo é criar a ANPD nos primeiros meses do ano para que ela comece a funcionar antes de agosto, ainda antes do início oficial da fiscalização, para estabelecer normas técnicas e orientar empresas e consumidores sobre as novas regras.

A partir da publicação do decreto, o presidente poderá indicar os cinco diretores que serão responsáveis pela agência. Os nomes terão que ser sabatinados e confirmados pelo Senado.

A LGPD Brasil coloca-se à disposição para qualquer assunto relacionado ao tema. Participe de nossas palestras para entender como será a aplicação da lei ainda este ano.

Mudanças em pauta: no fim de dezembro, o Diário Oficial da União publicou um ato que promulga alguns textos anteriormente vetados na Lei nº 13.853/2019, que altera a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Os trechos vetados, que agora vigoram na LGPD, referem-se às sanções administrativas aplicáveis aos agentes de tratamento de dados que cometerem infrações às normas da LGPD.

Dessa forma, retornam à LGPD as seguintes sanções administrativas: (i) suspensão parcial do funcionamento do banco de dados pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período, até a regularização por parte do controlador; (ii) suspensão do tratamento dos dados pessoais pelo período de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período; e (iii) proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas ao tratamento de dados.

Além das mudanças na LGPD, também foi promulgado trecho estabelecendo que essas três sanções apenas poderão ser aplicadas após já ter sido imposta ao menos uma das seguintes sanções: multa simples, multa diária, publicização da infração; bloqueio dos dados pessoais e eliminação dos dados pessoais.

A chamada Lei Geral de Proteção de Dados foi sancionada em 2018, mas começa a valer em 16 de agosto desse ano. A partir dessa data, empresas só poderão coletar informações como CPF, RG e endereço com consentimento do cliente. O desrespeito levará a sanções como advertência e multa de até 2% do faturamento (limitada a R$ 50 milhões).

GOVERNO ANTECIPA AGÊNCIA NACIONAL DE PROTEÇÃO DE DADOS

Para além das mudanças, o governo quer acelerar a regulamentação da lei que cria regras sobre como as empresas devem lidar com dados fornecidos por consumidores.

Como primeiro passo, o presidente Jair Bolsonaro deve assinar logo no início de 2020 um decreto para estruturar o órgão que vai fiscalizar a nova legislação, a chamada Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

O plano do governo é criar a ANPD nos primeiros meses do ano para que ela comece a funcionar antes de agosto, ainda antes do início oficial da fiscalização, para estabelecer normas técnicas e orientar empresas e consumidores sobre as novas regras.

A partir da publicação do decreto, o presidente poderá indicar os cinco diretores que serão responsáveis pela agência. Os nomes terão que ser sabatinados e confirmados pelo Senado.

A LGPD Brasil coloca-se à disposição para qualquer assunto relacionado ao tema. Participe de nossas palestras para entender como será a aplicação da lei ainda este ano.

Bilhões de pessoas estão conectadas à internet gerando dados de forma independente.

Somado a esse universo, temos as empresas criando e coletando informações de diferentes fontes para operar seus negócios. Estamos na era do Data Driven e nenhuma empresa, seja ela pequena, média ou grande, pode deixar de lado essa evolução. A informação se tornou o petróleo das organizações.

Processos são digitalizados, dados e históricos são cruzados. Todas as empresas passaram a ser gerenciadas por meio de seus dados e, portanto, a tecnologia, que é essencial para qualquer negócio se manter competitivo, vira a protagonista das operações. Mas, e quando esse mar de informação começa a ser exposto a riscos? Ataques cibernéticos bloqueiam os sistemas das empresas, roubam seus dados e, nessa seara, se perde receita, clientes e oportunidades de negócios. Somente no ano passado, segundo a Ponemon Institute, 67% das empresas pequenas e médias sofreram algum tipo de ataque virtual e, quando eles acontecem, dados pessoais de clientes são expostos.

Somada à preocupação com o vazamento das informações, agora esse alerta se soma à preocupação com a entrada da nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrará em vigor em agosto de 2020. Com ela, virão autuações e multas que podem fragilizar por completo uma empresa. E quando apontamos para essa questão, vemos que há um grande problema no despreparo das empresas em relação à perda de dados e falta de pessoas com conhecimento para criar barreiras de proteção contra os ataques.

No que tange às pequenas e médias empresas, muitas vezes essas operações não têm um departamento estruturado de TI, com conhecimento técnico e especializado para a implantação de planos de contenção e uma estratégia de proteção. Neste caso, e principalmente agora com a entrada da LGPD, o caminho é buscar especialistas no mercado para a criação de um plano de proteção da TI.

Esta preocupação também pode beneficiar as empresas na operação, não apenas na redução de custos e perda financeira a partir de uma gestão de riscos. É possível melhorar a reputação no mercado, ganhar produtividade e disponibilidade dos sistemas, reduzir as vulnerabilidades e ainda alcançar uma redução média de 70% dos incidentes relacionados à Tecnologia da Informação. Mais do que se prevenir, a atenção e o cuidado com sua TI pode apoiar na evolução de seu negócio.

 

O mundo está conectado. O relatório divulgado em 2018 pela Digital in mostrou que, dos 7,6 bilhões de seres humanos existentes, 4 bilhões utiliza a internet. Destes, 3,2 bilhões está nas redes sociais. A partir dos dados, é possível constatar que mais da metade do mundo faz parte do universo online.

Isso quer dizer que, mais da metade do mundo compartilha suas informações em cadastro e durante o uso de aplicativos e sites. Os rastros que são deixados virtualmente são utilizados para diversas finalidades. Um exemplo é o famoso aplicativo Waze, que traça rotas com menor congestionamento a partir de informações vindas de aplicativos de terceiros. Outro exemplo comum é a sugestão de músicas enviadas pelo Spotify, que são construídas a partir das escolhas anteriores dos usuários.

Lei de Proteção de Dados

A LGPD, que será implementada em 2020, tem como principal função proteger os dados de usuários. A lei cria regras sobre os processos de coleta, armazenamento e compartilhamento de informações.

A lei será aplicada em qualquer empresa que tenha negócios no Brasil, assentindo o consentimento dos usuários na coleta de dados pessoais, permitindo ainda que o usuário retifique, cancele ou até mesmo solicite a exclusão dos dados.

Como funcionará

Após a implementação, as organizações devem contar com um Comitê de Segurança da Informação, que será responsável por acompanhar todos os procedimentos internos. Além disso, cada empresa deverá conter em seu quadro profissional um especialista para proteção dos dados, garantindo que todos os quesitos da lei serão cumpridos.

O não cumprimento das obrigações pelas empresas pode resultar em advertências, multas e até mesmo proibição total ou parcial de atividades relacionadas ao tratamento de dados. As multas podem ter valores variados: de 2% do faturamento do ano anterior até R$ 50 milhões, contando com penalidades diárias.

Proteção de dados desde já

Para garantir que todos os dados de uma empresa e seus usuários estejam protegidos, é preciso contar com uma equipe de especialistas.

A equipe da Hands-On TI é composta por profissionais especializados em diversas soluções de segurança, incluindo expertise em ações que preveem ataques virtuais. Além disso, também promovem consultoria e treinamentos para redução de risco de ataques.

 

A Política de Segurança de Informação deve estar definida, documentada, comunicada aos colaboradores, e deverá ser objeto de um procedimento de melhoria contínua.

O interesse das empresas e organizações sobre Segurança da Informação tem tido um ritmo crescente. Ameaças externas, estratégias de mitigação de risco, boas práticas recomendadas são tudo temas de interesse para a concessão e implementação de uma estratégia segura de Transformação Digital.

Este movimento tecnológico imparável que vivemos, impulsionado por poderosas empresas de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), levaram a que os Sistemas de Informação (SI) nas empresas tenham evoluído de um minúsculo gabinete para passarem a disputar um lugar nuclear e crítico.

A DPO Consulting tem vindo a defender que este crescimento deve ser ajustado com um desejável aumento da maturidade tecnológica alinhada com os objetivos de negócio das organizações, pelo que recomendamos que:

1. Deve existir por parte do Top Management consciência do alcance das iniciativas dos seus departamentos de Segurança da Informação, de modo a permitir a identificação cabal dos riscos decorrentes das vulnerabilidades nos sistemas e consequentes impactos no negócio da organização.

2. O papel dos responsáveis das TIC nas organizações deverá passar de solucionadores de problemas tecnológicos de forma reativa para parte integrante do planeamento e estratégia de negócio das organizações, contribuindo para um progressivo alinhamento entre as Tecnologias de Informação, a Segurança da Informação e as necessidades de negócio.

3. Do lado dos Procedimentos, se assegure a produção de uma documentação eficaz de aplicações, sistemas e processos para que os seus colaboradores – os que operam diariamente os sistemas críticos, que respondem às questões dos clientes, que recebem e respondem a emails de fornecedores e parceiros – estejam preparados para o fazer tendo em conta as práticas da chamada higiene na segurança de informação (evitar a entrada de malware e ramsomware na organização, prevenir data breaches, etc.).

4. As organizações devem dar treino e formação aos seus colaboradores, nomeadamente os que operam com ativos de informação, no sentido de estes estarem cientes dos impactos para a sua empresa de algumas ações inocentes que podem ocorrer na sua operação diária.

Defendo que as organizações que desenvolvam uma verdadeira Política de Segurança da Informação, em conformidade, em primeira instância, com o Regulamento Geral de Proteção de Dados, vão ter importantes benefícios a vários níveis, nomeadamente ao nível dos dados pessoais e dos dados de negócio.

A Política de Segurança de Informação deve estar definida, documentada, comunicada aos colaboradores e, para além de ser controlada a sua aplicação, deverá ser objeto de um procedimento de melhoria contínua.

Defendemos também que as organizações devem iniciar o processo tendente à implementação e manutenção de um Sistema de Gestão de Segurança de Informação (SGSI), atendendo aos princípios da norma ISO 27001 para assegurar um ciclo contínuo de planeamento, execução, monitorização e melhoria dos ativos de informação nas organizações.

A Dinamarca por exemplo, definiu no seu plano estratégico de cibersegurança para os serviços públicos locais e centrais a implementação da ISO 27001 como requisito mínimo. Previsivelmente, nos próximos anos, os restantes países europeus seguirão as suas pisadas e, como tal, qualquer organização que pretenda colaborar com um destes países terá de ter o seu nível de Segurança de Informação substancialmente mais maduro e integrado nos processos de negócio do que hoje.

Como a Segurança de Informação tem como missão proteger ativos de informação e dados pessoais são naturalmente ativos de informação, esta norma disponibiliza por excelência um conjunto de requisitos comprovado, reconhecido e eficaz para que as organizações possam também demonstrar conformidade com a aplicação de medidas técnicas e organizativas de segurança de dados pessoais (Artigo 32 do RGPD).

Assim, com a entrada em execução do Regulamento Europeu de Proteção de Dados, deu-se início a uma necessária transformação do mercado digital europeu e mundial, onde a Segurança da Informação e os seus impactos nas pessoas, processos e tecnologia têm um papel decisivo.

Urge que as organizações tomem as ações necessárias para estarem conformes com o RGPD e, num âmbito mais alargado, lançarem as linhas mestras para enfrentarem os desafios de segurança e ciberriscos, aumentando a sua competitividade.

A adoção de novos processos, a educação e sensibilização das pessoas, a adoção de novas tecnologias bem como de um programa de Segurança de Informação, criará um aumento de maturidade organizacional fundamental para a mitigação dos riscos inerentes a esta transformação digital da sociedade e do mercado.

A realidade é clara, gostemos ou não, dado que se trata de um processo de transformação irreversível e sobre o qual é necessário agir. Já.

O Facebook revelou uma falha de segurança nesta sexta-feira, 28, que afetou até 50 milhões de contas em todo mundo. Segunda a rede social, os cibercriminosos tiveram a tokens que podem dar acesso aos perfis do usuário. Além disso, outros 40 milhões de usuários podem ter sido atingidos pela ameaça também tiveram que refazer logins em suas contas.

Em meio a toda essa discussão, muitas dúvidas surgem entre os usuários sobre o que fazer e os impactos que o caso pode ter na sua segurança digital. Pensando nisso, a Hands-On traz algumas orientações gerais e as recomendações do próprio Facebook para contornar o problema. Confira:

– É preciso trocar a senha?

Segundo o Facebook, isto não é necessário. A empresa explicou que os criminosos tiveram acesso apenas a tokens, que são chaves digitais que mantêm as pessoas conectadas à rede social sem que seja necessário digitar suas senhas constantemente. Ou seja, dados como e-mail e senha não foram vazados, a princípio.

– Como saber se a minha conta foi afetada?

O Facebook ainda não forneceu uma ferramenta que permita que o usuário saiba se foi atingindo pelo ataque. No entanto, a empresa afirma ter desconectado 50 milhões de perfis que foram afetados e mais 40 milhões de perfis que usaram o recurso “Ver como” no último ano, totalizando 90 milhões de contas.

Caso você tenha sido obrigado a logar novamente no seu perfil nas últimas 24 horas, é possível que a sua conta tenha sido afetada. Outra possibilidade é que você tenha usado o recurso “Ver Como”, que permitia visualizar o seu perfil como se fosse outra pessoa.

– Que tipo de informações pode ter sido acessado?

O Facebook afirma que ainda está no início das investigações sobre o caso e que não há como determinar se as informações foram mal utilizadas ou acessadas por alguém. Entretanto, pela descrição do golpe, os tokens roubados por estes criminosos dão acesso ao perfil inteiro do usuário, incluindo as mensagens, fotos e aplicativos conectados.

– O que fazer?

O Facebook disse que já tomou todas as medidas necessárias para o caso. Entretanto, a rede social recomendou que usuários desconfiados revisem os dispositivos conectados à sua conta. Veja como fazer isso no passo a passo a seguir:

No computador

1. No Facebook, clique na seta da barra superior e escolha a opção “Configurações”;

2. Na menu da esquerda, escolha “Segurança e Login”;

3. Na guia “Onde você se conectou”, revise os logins recentes na sua conta e os dispositivos. Se quiser, toque em “Ver mais” para expandir a lista;

4. Caso encontre algo suspeito, há duas opções:

Sair do login específico: Clique nas reticências ao lado do item e escolha a opção “Sair”. Caso queira ver meais detalhe, toque em “Não é você?”;

Sair de todas as sessões: Caso queira eliminar qualquer dúvida, basta tocar em “Ver mais” para expandir e tocar em “Sair de todas as sessões”;

Pronto! Com essa medida, você já deve revogar todos os acessos à sua conta.

No celular

1. Toque sobre o menu sanduíche, procure a opção “Configuração e privacidade” e escolha “Configurações”;

2. Toque em Segurança e login;

3. Na guia “onde você está conectado”, toque em “ver mais” para ter mais detalhes;

4. O passo a passo para sair de um dispositivo é praticamente o mesmo: você pode se desconectar de um ou de todos ao mesmo tempo;

Pronto! Agora você sabe como se desconectar no seu smartphone.

De todas as ameaças online a uma empresa, um ataque DDoS é um dos mais assustadores e perigosos atualmente. Em termos simples, esse ataque é uma negação de serviço distribuída que tentará derrubar o site por sobrecarregá-lo com uma quantidade enorme de tráfego a partir de múltiplas fontes.

Esse tipo de ataque pode ser utilizado para prejudicar a infraestrutura do servidor ao qual o site está hospedado, explorar vulnerabilidades em protocolos de aplicação ou até mesmo agir como uma cortina de fumaça para outras atividades maliciosas. Com tantas alternativas de ataque, reduzir os riscos de ser atacado por DDoS é absolutamente essencial para as empresas que operam online. Mas quais são os passos que você precisa tomar para proteger seu site?

Prepare-se para todas as eventualidades

Mesmo que você tenha tomado inúmeras medidas de segurança, nenhum local é completamente impenetrável a um ataque DDoS. Portanto, você deve se preparar para todas as eventualidades, discutindo os possíveis problemas com equipes de TI e procurar aconselhamento de seu provedor de hospedagem. Servidores de 100 TB na nuvem costumam responder melhor quando envolve segurança de ataques DDoS.

Identifique o tipo de ataque o mais rápido possível

Um software de prevenção de DDoS que dispõe de sofisticados algoritmos capazes de identificar as diferentes fontes de tráfego que seu site está recebendo pode ajudar a identificar o tipo de ataque o mais rapidamente possível. Isso permite que você filtre bots maliciosos, permitindo o tráfego legítimo. Além disso, é possível determinar se o ataque é de um hacker ou de uma equipe profissional.

De um modo geral, os ataques que excedem 50 Gbps costumam ter por trás uma equipe profissional, utilizando armas como booters e estressores. “Nós mantemos o controle de botnets conhecidos para que saibamos a arma utilizada”, observa Tim Matthews, vice-presidente de marketing da Imperva Incapsula.

Mantenha a calma e continue

Em caso de um ataque, tente manter a calma e continuar. Aplique todos os esforços para manter os seus serviços em execução e informe os clientes sobre o que está acontecendo. Através de um plano de contingência coerente, sua resposta deve ser suficiente para lidar com a situação.

No entanto, isso não deverá implicar em um pagamento de um resgate para o hacker. “Não há garantia de que o criminoso irá honrar o acordo”, acrescenta Matthews. “Pagar só vai identificar você ou sua organização, e eles podem voltar a pedir mais”.

Aprenda com o ataque

Após diagnosticar o ataque, comunicar os clientes e resolver a situação, é preciso analisar dados relevantes para impedir que a mesma coisa aconteça novamente. Por exemplo, você pode ser capaz de identificar os gargalos da rede e, em seguida, escolher uma cadeia de infraestrutura mais adequada e durável.

Proteger o site de sua empresa contra ataques DDoS é uma responsabilidade permanente e que constantemente requer atenção. Portanto, não se iluda pensando que só porque você lidou com um ataque anteriormente você será capaz de lidar com outros.

Conte sempre com um especialista

Não se arrisque buscando soluções prontos. Muitas vezes elas podem oferecer mais ameaças do que imagina. Conte sempre com o apoio de um especialistas em Segurança da Informação.

Você já sabe que para ter um website, ou qualquer outro tipo de página na internet, é preciso que ele esteja hospedado em algum provedor, certo? Mas como deve ser feito esse processo? Por onde deve começa?

Calma, a gente explica todas as etapas neste texto. Confira:

1. Faça um planejamento do seu site

O que você vai criar? Um portal de notícias? Um blog pessoal? Um site corporativo? Vai ser uma loja virtual? Ou será um site institucional? Escolha o tipo de site e faça um planejamento de como ele será.

Você vai precisar de um profissional para criar o site para você ou o recurso de sites prontos basta ao seu propósito?

Calcule, também, qual o volume de conteúdo que será publicado no site. Determine o número de páginas, se você vai precisar de um sistema de publicação de texto para postar conteúdo frequentemente, se vai usar muito conteúdo multimídia etc.

Lembre-se que tudo isso vai influenciar na hora de escolher sua hospedagem.

2. Escolha seu domínio

3. Verifique a disponibilidade do domínio e compre-o

Depois de escolher a empresa na qual vai registrar seu domínio, verifique a disponibilidade e faça a compra. Na maioria das vezes, você poderá escolher entre fazer um pagamento anual, a cada dois anos, a cada três anos, e por aí vai. Só não pode esquecer de fazer o pagamento depois que o prazo vencer, ou seu site sairá do ar!

⇒ Registre seu domínio com a Hands-On

4. Defina a estrutura do site

Bem, a essa altura, você definiu se vai optar por um site pronto ou buscar ajuda profissional, certo? Se você escolheu a segunda opção, converse com seu programador e determine qual linguagem e construtor serão usados para o seu site.

5. Calcule o espaço em disco necessário

Quando você já tiver uma ideia melhor da quantidade de conteúdo que seu site vai ter, ficará mais fácil calcular qual o espaço em disco será necessário no servidor.

Este é um dos fatores que mais devem pesar na escolha da hospedagem, então pesquise bastante! Se estiver trabalhando com um profissional, ele também poderá indicar um bom volume de transmissão de dados e espaço em disco compatível com o seu projeto.

6. Pense em funções adicionais

As hospedagens oferecem funções extras, como pacotes de e-mail, por exemplo. Descubra quais serão úteis para você, lembre-se de dar uma atenção maior à disponibilidade que o suporte técnico vai ter para atendê-lo e à reputação da empresa.

7. Procure um provedor de confiança

Sabendo o que seu site precisa e o que o servidor de hospedagem vai ter para oferecer, pesquise as plataformas disponíveis no mercado. Depois de escolher, é só contratar o serviço e esperar a ativação!

O Hands-On tem planos de Hospedagem que atende as mais diferentes necessidades. Consulte e encontre um ideal para seu projeto!

Consultores, Agências e Profissionais de Marketing Digital & SEO sabem, ou deveriam saber, o quão importante é um mecanismo de pesquisa indexar seu conteúdo. Diversas técnicas são aplicadas para fazer com que o site de seus clientes seja melhor rastreado pelo Google, e com isto ter a indexação total de suas páginas e conteúdo, através de ações on-page e off-page como a melhoria de conteúdo, geração de links, tags, meta-descrições, otimização de imagens, Robots.txt, etc.

Porém como digo em minhas aulas e palestras, o SEO On-Page pode ser dividido em duas partes: Conteúdo e Técnica. A parte de conteúdo trabalha com otimização de textos para palavras-chave, o tamanho da imagem, criação de links internos e externos. Mas a parte técnica é responsável pela criação do Sitemap XML, dos microformatos, Google AMP,  Robots.txt e Meta Robots.

Os robots são mais conhecidos pela galera “old school” que vieram da área de desenvolvimento. Mas se você nunca ouviu falar de robots, não fique assustado. Este post é feito tanto para você que está aprendendo sobre robots.txt quanto para quem já entende e quer somente dar um up em suas visitas. Vamos lá?

O que é o Robot.txt?

Robot.txt é um arquivo de texto que é usado para instruir os robôs/spiders utilizados pelos mecanismos de buscas (como Google e Bing) a como rastrear e indexar as páginas de seu site. O arquivo robots.txt é colocado no diretório principal de seu site para que estes robôs possam acessar estas informações de forma imediata.

Para evitar que cada mecanismo de pesquisa defina regras específicas para seus crowlers, eles obedecem um padrão chamado REP – Robots Exclusion Protocol (Protocolo de Exclusão de Robots), criado em 1994 e sua última modificação foi em 2005.

Como os arquivos robots.txt fornecem aos bots de pesquisa instruções sobre como rastrear ou como não rastrear certas partes do site, saber como usar e configurar esses arquivos torna-se vital para qualquer profissional de SEO. Se um arquivo robots.txt estiver configurado incorretamente, ele pode causar vários erros de indexação. Então, toda vez que você iniciar uma nova campanha de SEO, verifique seu arquivo robots.txt com a ferramenta de teste de robots do GoogleRobot.txt.

SE TUDO ESTIVER CERTO, UM ARQUIVO ROBOTS.TXT ACELERARÁ O PROCESSO DE INDEXAÇÃO.

Usando Robots para “Esconder” seu Conteúdo

Os arquivos Robots.txt podem ser usados para excluir determinados diretórios da SERP de todos os mecanismos de pesquisa. Para isto, se usa a propriedade “disallow”.

Aqui estão algumas páginas que você deve ocultar usando um arquivo robots.txt:

• Páginas com conteúdo duplicado

• Páginas de paginação

• Páginas de agradecimento

• Páginas de Carrinho de Compras

• Páginas de Administração

• Chats

• Páginas com informações de conta

• Páginas dinâmicas de produtos e serviços (que variam muito)

Exemplo de exclusão de páginas com robots.txt

No entanto, não esqueça que qualquer arquivo robots.txt está disponível publicamente na internet. Para acessar um arquivo robots.txt, basta digitar:

www.meu-site.com.br/robots.txt

 

Como usar o Robots.txt

Os arquivos Robots.txt permitem uma vasta opção de configurações. Seu principal benefício, no entanto, é que eles permitem que os especialistas em SEO “permitam” (allow) ou “desaprovem” (disallow) várias páginas de uma vez sem ter que acessar o código de cada página, um por um.

Por exemplo, você pode bloquear todos os rastreadores de pesquisa com este comando:

User-agent: *

Disallow: /

Ou esconder a estrutura de seu site e categorias específicas:

User-agent: *

Disallow: /no-index/

Também podemos excluir diversas páginas da pesquisa. Basta esconder estas páginas dos crowlers com o comando “disallow”:

 

Removendo páginas da pesquisa com disallow no robots.txt

Uma das melhores coisas de se trabalhar com robots.txt é que ele permite priorizar certas páginas, categorias e até mesmo pedaços de código CSS e JS. Dê uma olhada no exemplo abaixo:

 

Priorizando páginas com allowed no robots.txt

No exemplo, não permitimos páginas WordPress e categorias específicas, mas arquivos de conteúdo wp, plugins JS, estilos CSS e blog estão permitidos. Esta abordagem garante que as aranhas rastreiem e indexem códigos e categorias úteis.

Principais comandos para o Robots.txt

Antes de terminar esta postagem, listarei os principais comandos e funções para que você possa configurar seu robots.txt em qualquer editor de texto:

Para indexar todo o conteúdo:

User-agent: *

Disallow:

ou

User-agent: *

Allow: /

Para não indexar todo o conteúdo

User-agent: *

Disallow: /

Para não indexar uma pasta específica

User-agent: *

Disallow: /pasta/

Para o Googlebot não indexar uma pasta, mas permitir a indexação de um arquivo desta pasta

User-agent: Googlebot

Disallow: /pasta1/

Allow: /pasta1/minha-pagina.html

Concluindo

O domínio dos robots.txt pode ser um fator muito importante para o sucesso ou fracasso de sua estratégia de SEO. Mas além dos arquivos textos, podemos trabalhar com os autorização dos spiders diretamente em nossas páginas com as meta tags robots. Mas este conteúdo fica para a próxima!

O servidor de DNS é um computador que recebe um nome  ou domínio e o converte em um endereço IP. Os pacotes de dados em uma rede TCP/IP, como por exemplo a internet, trafegam entre endereços IP de origem e destino. Porém, as pessoas não tem facilidade de lembrar os números de IP de cada site que precisam acessar, por isto utilizam um nome, como por exemplo www.google.com, que é muito mais fácil de se lembrar. Este nome é enviado a um servidor de DNS que irá retornar o IP.

O uso de um servidor DNS

Toda a troca de informações com o servidor do Google é feito através de endereços IP, mesmo que pareça ao usuário que o nome www.google.com seja o real endereço do site. A sigla DNS significa Domain Name System, ou “Sistema de Nomes de Domínios”. Para saber o IP de um site, até mesmo o comando de ping pode ser usado, visto que o DNS é  consultado pelo ping antes de enviar os pacotes.

Exemplo para usar o servidor DNS

Experimente digitar no prompt de comando: ping www.google.com e terá o seguinte resultado na primeira linha: “Disparando contra www.l.google.com [64.233.169.105] com 32 bytes de dados:” O servidor de DNS decidiu (ver balanceamento de carga) que a sua localidade deverá acessar o subdomínio do Google www.l.google.com que está no IP 64.233.169.105.

Através do Domain Name System, os números complicados da internet são traduzidos em nomes fáceis e práticos de digitar, agilizando na hora de encontrar os endereços da web.

A importância do DNS

Por toda a internet estão distribuídos milhares de servidores DNS primários e secundários. Há redundância e balanceamento de carga envolvidos, e todos os servidores DNS devem se comunicar diariamente para se atualizarem com os endereços de sites recém criados, modificados ou apagados. Como o DNS é essencial na sua conexão à internet, você precisa quase sempre configurar um servidor de DNS para conseguir acessar a internet, e passar a usar a rede mundial de computadores para os mais diversos fins. Muitas vezes basta configurar um gateway e este irá tratar das configurações de DNS.

Testando e configurando o DNS

Quando precisar configurar manualmente o endereço IP de um servidor DNS, utilize os super estáveis servidores DNS do Google. Os IP’s dos DNS do Google são 8.8.8.8 e 8.8.4.4. Qualquer um dois 2 pode ser usado como primário e secundário para qualquer conexão á internet. Caso você tenha problema com o DNS do seu PC, ou na hora de se conectar à internet, esperamos poder ajudar nos comentários abaixo!

E então? Conseguiu tirar sua dúvida e resolver o seu problema?

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