Se você parar um minuto e observar ao seu arredor, notará que tudo (ou quase tudo)  tem uma interação, como: mandar uma mensagem no seu whatsApp, ligar sua TV ou até mesmo ao aumentar o som do seu notebook. E toda essa interação, te devolve uma resposta, o que chamamos de “feedback’’, para tornar sua experiência mais intuitiva e prazerosa. 

Já pensou em fazer uma ação, e não saber o que virá?  Paãmm tela azul…é isso que acontece quando estamos navegando e não sabemos se estamos “trilhando” o caminho correto. Esse assunto também envolve usabilidade, que é deixar seu site ou programa mais intuitivo, trazendo símbolos já usados em outros cenários.

Um simples botão com mouse over, indica uma interação com aquele conteúdo, um campo em vermelho significa que algo de errado aconteceu, um adicionar ao carrinho, que indica a quantidade de itens que você tem na sacola, são bons exemplo de micro-interação.

Ficou com alguma dúvida? temos um time especializado que pode te auxiliar nesse assunto.



Para conseguir bons resultados com tráfego pago, você precisa entender os 3 pilares que fazem uma campanha ter bons resultados.⠀Primeiramente, para entender o que exatamente significa tráfego pago, é preciso entender o que significa o tráfego da sua página. De forma bem simples, tráfego diz respeito a acessos no perfil, loja, site ou página.⠀

Hoje em dia, como os sites, páginas e até mesmo perfis em rede sociais são ferramentas poderosas para o marketing digital, é possível pagar uma certa quantia para atrair visitantes para suas páginas, ou seja, o tal tráfego pago.Nesse caso, você investe um valor em uma determinada fonte e isso faz com que mais visitantes cheguem até uma página.⠀

Um exemplo que você com certeza já se deparou é um anúncio do Google. Nesse caso, você escolhe uma palavra-chave relevante para o seu negócio e, quando pessoas pesquisarem por ela, a sua página aparece primeiro. O tráfego pago gera resultados expressivos de imediato e, acredite, você não precisa investir tanto dinheiro quanto imagina para conseguir resultados. Porém, toda campanha de tráfego exige uma atenção maior em alguns elementos para que os resultados sejam satisfatórios, e hoje vamos citar alguns elementos:⠀

Copy
Uma boa copy é capaz de multiplicar os resultados de vendas. A copy nada mais é que o texto vinculado a campanha, é através dele que a maioria das conversões acontece, por isso é bem importante entender sobre gatilhos mentais para criar copys bem persuasivas.⠀
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Público
O público é outra chave de uma campanha, pois sabendo alinhar bem sua segmentação você consegue alcançar pessoas que estão realmente interessadas na sua campanha e assim as chances de vender sem gastar muito são maiores.

Imagem
A imagem é um dos principais elementos de uma campanha, pois é ela que prende a atenção do público no primeiro contato. Você precisa lembrar que as pessoas não acordam pela manhã pensando em comprar algo, por esse motivo você precisa usar a criatividade para atrair a atenção das pessoas para suas ofertas.⠀
PS: As imagens também podem ser substituídas por vídeos⠀
Qual sua maior dificuldade em tráfego pago?

 Fale com um especialista, a Hands On tem a solução perfeita para você!

Fonte: https://growww.io/blog/3-pilares-para-gerar-trafego-e-atrair-compradores/

Após alguns anos de estudo, o Google anunciou a mudança na priorização de indexação no motor de busca em sites via dispositivos Mobile, já que este tipo de acesso tornou-se o mais realizado nas buscas da plataforma.

A partir de Setembro/2020, o ranqueamento do Google vai priorizar a interface mobile das páginas dos sites, indexando as informações antes das buscas indexadas via Desktop afim de melhorar a experiência dos usuários que usam esta versão.

Aumento e Notificações nas pesquisas orgânicas

O Google informou que notificará os proprietários/webmasters que seus sites serão migrados para o processo de indexação via mobile por meio do Google Search Console. Os proprietários de sites verão um aumento significativo na taxa de rastreamento do Googlebot do smartphone, também será apresentada a versão móvel das páginas nos resultados das pesquisas e em cache. Os sites responsivos , com comunicação dinâmica  (que possui todo o conteúdo e a marcação da área de trabalho corretos), ou seja, que sigam as boas práticas, não precisam fazer nada, pois já estarão automaticamente entre os resultados, tendo suas páginas indexadas corretamente.

Confira abaixo algumas dicas e recomendações de SEO (técnicas de otimização de sites) do Google que te ajudarão a garantir que o seu site esteja pronto para a indexação na versão Mobile (Dispositivos Móveis).

Dicas de SEO:

Título e Meta Description: É fundamental revisar os títulos e meta descriptions (descrições) das páginas do seu site também para a versão mobile, como celulares, precisam de um conteúdo mais objetivo, garantindo a leitura completa por possuírem telas menores, que dificultam mais a leitura, deixando de uma forma mais simples e objetiva.

Cuidado com CTAs e outros elementos/ícones de ação: Os CTAs (Call To Actions) ou links são extremamente importantes para manter o público alvo por mais tempo acessando o seu site e para direcioná-los aos conteúdos desejados de forma objetiva. Mas atenção, deve-se tomar muito cuidado com essas táticas nos dispositivos mobile, deixando-os sempre distantes um dos outros e facilitando a visualização do mesmo. Isso evita que os usuários cliquem por engano ou erro, prejudicando a experiência no site e, consequentemente, aumentando a taxa de rejeição de seu site.

Carregamento das páginas: Para ter páginas com carregamento rápido, invista em um layout “clean”, diminuindo as chances do usuário desistir de acessar seu site antes mesmo de entrar, tanto por impaciência com a demora do carregamento da página, quanto pela alto consumo de dados de internet na tentativa de carregar uma simples página de seu site.

 

Esta indexação só será válida a partir de Setembro/2020 segundo o Google informou. Ainda há tempo de correr atrás e seguir estas dicas de SEO para o seu site entrar no time de indexação Mobile do Google. Aproveite! 😉

 

Para mais informações, acesse: https://developers.google.com/search/mobile-sites/mobile-first-indexing

Nesse mês da mulher, vamos falar sobre a representatividade da mulher na área de tecnologia, e, que tal voltarmos no tempo para relembrar alguns feitos delas que inovaram e contribuíram para o desenvolvimento da área de computação e tecnologia?:

As garotas do ENIAC:

Trabalhando em um dos primeiros supercomputadores criados, na escola de engenharia Moore, no estado americano da Pensilvânia, Betty Snyder (a única que não aparece na foto acima), Marlyn Wescoff, Fran Bilas, Kay McNulty, Ruth Lichterman e Adele Goldstine, davam instruções para realizar cálculos do ENIAC (Electrical Numerical Integrator and Computer que foi o primeiro computador digital eletrônico de grande escala no mundo). Isso significa que elas lidavam diariamente, com mais de 3 mil interruptores que ligavam um hardware de 80 mil toneladas, manualmente.

Irmã Mary Kenneth Keller:

Mary kenneth keller escreveu quatro livros sobre computação e programação, e as obras são até hoje uma referência, ela enxergou desde cedo o potencial dos computadores como uma ferramenta voltada para o desenvolvimento humano, tanto que logo após a ser a primeira mulher a receber o doutorado em ciências da computação, Keller trabalhou na área de ensino, fundando o departamento de ciências da computação, o qual continuou administrando até seu falecimento em 1985.

Hoje batiza o centro de ciências da computação da universidade onde atuou por mais de 20 anos (Universidade Clarke, no estado americano do Iowa), além de ter uma bolsa de estudos na área que também leva seu nome.

Grace Hopper:

Quando falamos em pioneirismo, Grace Hooper tem diversos títulos, ela foi a primeira mulher a se formar na universidade de Yale, com PhD em matemática, além de ter sido a primeira almirante da marinha dos E.U.A.

Na área de tecnologia, ela foi a responsável por criar a linguagem de programação COBOL que nada mais é que uma linguagem de alto nível concebida para aplicações comerciais e financeiras, utilizada até hoje em grandes empresas, além do COBOL Grace também criou a linguagem para UNIVAC, que foi o primeiro computador comercial fabricado nos Estados Unidos.

Karen Sparck Jones:

Karen foi criadora do conceito dos sites de busca, se hoje conseguimos procura algo em site de busca e receber respostas em segundos, devemos a ela. Ela originou um conceito chamado: “frequência inversa do termo”, que é a base dos sistemas de busca e localização, eles analisam os termos que mais aparecem nos textos e os cruzam com um sistema de filtro, e por fim, mostram a relevância dos temas.

Até hoje pesquisadores ainda aplicam as formulas criadas por ela.

Resultado de imagem para Karen Sparck Jones:

Roberta Williams:

Falando em games, não há como não citar Roberta Williams, ela ao lado do seu marido Ken, foi fundadora da On-line Systems, que ao tardar se tornou Sierra, um dos maiores nomes da indústria de jogos eletrônicos, tendo participado do desenvolvimento e distribuição de grandes nomes como: King’s Quest, Phantasmagoria, Half-Life e Counter-Strike.

Aos poucos a companhia onde Roberta administrava, foi passando por diversas restaurações, vendas e organizações internas, depois dos anos 2000 a empresa se uniu à Activision, e hoje é a maior empresa de games do mercado, em paralelo, a empresa Sierra deixou de existir, mas voltou a vida em 2014 e está aberta até hoje.

Em meados dos anos 2000, a companhia foi adquirida pela Vivendi, que mais tarde, se uniu à Activision para criar o que hoje é a maior empresa de games do mercado. Em 2008, entretanto, a Sierra deixou de existir, voltando à vida em 2014 e existindo até os dias de hoje. Esse retorno também garantiu a Roberta e Ken Williams um prêmio na cerimônia dos The Game Awards de 2014. No evento, eles foram considerados “ícones da indústria” e aproveitaram a ocasião para anunciar o reboot de King’s Quest, com episódios ainda a serem lançados. A honraria foi apresentada com um relato emocionado de Neil Druckmann, produtor de The Last of Us e Uncharted 4: A Thief’s End, afirmando que aprendeu a falar inglês e decidiu trabalhar na indústria devido à influência de King’s Quest e das obras da Sierra.

Carol Shaw:

Falando em games, Carol Shaw, foi a primeira mulher a trabalhar na indústria de games, sendo uma das principais pioneiras para igualdade de gênero nesse segmento. Primeiro, a desenvolvedora trabalhou em Polo (jogo de 1978 feito para uma campanha promocional da grife Ralph Lauren), e na sequência lançou comercialmente o primeiro jogo criado por uma mulher: era o 3-D Tic-Tac-Toe, de 1979, baseado no tradicional jogo da velha. Depois, entrou na Activision, onde programou River Raid em 1983 – seu game mais famoso.

Logo após passar pela Tandem Computers, Carol Shaw foi contratada como engenheira de software pela Atari, foi lá que desenvolveu seus primeiros jogos. Saindo da companhia que se tornou o símbolo da revolução dos videogames no mundo, Shaw foi trabalhar na Activision que na época fabricava cartuchos para Atari, foi lá que desenvolveu seu maior sucesso – River Raid – considerado um clássico e um dos jogos mais populares de sua época.

 

 

 

 

Nada mais do que um software que fornece um ambiente onde os programadores usam para criação de aplicativos, ou seja, o low-code facilita, simplifica e promete criar aplicativos em um piscar de olhos, mas será que esse software realmente atende a todas as necessidades mesmo sendo mais prático? O utilitário permite que os desenvolvedores juntem aplicativos com alguns cliques e, no máximo, algumas centenas de cliques.

Talvez a facilidade traga um pouco de insegurança, especialmente para aplicativos que usam dados de terceiros, mas com o desenvolvimento continuo de aplicativos fica mais simples criar fluxos de trabalho de dados seguros e mesmo os códigos baixos aderem estritamente à teoria dos sistemas normalizados.

Low-code como citado anteriormente é uma plataforma com baixa programação, ou seja, sistemas online que permitem que se crie outros sistemas com uma programação básica. A verdade é que uma no-code platform é uma low-code platform com maior capacidade de adaptação a diferentes cenários. A ideia central que se precisa diferenciar é que a no-code platform é voltada para as necessidades específicas.

Assim, o desenvolvimento será focado exatamente para o que se deseja solucionar, por exemplo: Não é uma plataforma geral, mas, sim, muito bem pensada para casos específicos.

Quando há a necessidade de níveis mais elevados para personalizar um desenvolvimento, a no-code platform se sai muito melhor. Ela oferece mais templates e outras funções personalizadas para a necessidade em questão.

O que é preciso fazer a partir disso? Apenas incluir na montagem do aplicativo as ferramentas disponibilizadas!

Resumidamente, a tecnologia é um processo diferenciador num ambiente global competitivo e para leva-lo é necessário contar com recursos como plataformas de desenvolvimento LOW-CODE que permitem eficiência, melhorar a produtividade e responder com rapidez as mudanças, não sabe por onde começar? Entre em contato com um especialista e conheça a nossos planos exclusivos para desenvolvimento de apps e websites!

 

 

 

 

A LGPD proporciona ao Brasil, uma lei específica para proteção de dados pessoais. No período em que vivemos o vazamento de dados pessoais está cada vez mais frequente, seja de documentos, arquivos, fotos e diversos. Pensando nesses incidentes, foi criada a lei geral de proteção de dados Lei nº 13.709/2018, que entrará em vigor em agosto de 2020, o que coloca o Brasil no patamar dos países que têm normas para o tratamento e a transferência de dados.

Podemos dizer que a LGPD veio para disciplinar o tratamento dos dados pessoais, que tratam de qualquer informação relacionada à identificação, seja através de nomes, sobrenomes, RG, CPF, religião, sexualidade, opinião política, que são contidos como dados “sensíveis” e recebem a proteção também. Ou seja, são diversos dados que a Lei geral de proteção de dados acoberta.

Com o objetivo de regularizar as atividades das empresas sob os dados pessoais, a LGPD estabelece regras para operação com registro, portanto as empresas terão que investir cada vez mais em recursos que tratam da segurança de informação, para entrarem dentro do padrão da lei e evitar penalidades.

Basicamente 4 pessoas estão envolvidas no processo de proteção de dados de cada empresa. São elas:

O apoio das plataformas de desenvolvimento com low-code facilita a jornada das empresas à adequação da LGDP, com isso, os times de tecnologia continuarão focados em processos mais estratégicos da companhia, enquanto alguns profissionais se dedicam às regulamentações em plataformas low-code, a produtividade, agilidade, governança, segurança e conformidade, a tecnologia low-code é uma alternativa nos desenvolvimentos da era da Transformação digital e pode solucionar as questões de conformidade das empresas sobre LGDP.

 

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